TRANSFORMAR LIXO EM ARTE
Vik Muniz é um dos grandes nomes da arte
contemporânea mundial. Este artista plástico brasileiro, oriundo de uma família
pobre, quis retribuir à sociedade as dádivas recebidas. E assim surgiu a ideia
de transformar lixo em arte. O artista passou dois anos na maior lixeira do
mundo a trabalhar com aqueles que recolhiam lixo e transformou os seus retratos
em obras gigantescas compostas por materiais deitados fora. O dinheiro
arrecadado com a venda das obras foi dado para a associação dos “homens do lixo”
local. Um processo transformador para quem dele participou e para nós que o podemos ver no documentário “Lixo
Extraordinário”, uma maravilhosa reflexão sobre felicidade, consumismo, pobreza
e solidariedade que nos mostra a humanidade dos “homens e mulheres do lixo” nos seus
sonhos, falhas e alegrias, devolvendo-lhes a dignidade.
LOS RECICLADOS
Eis mais uma história que mostra como as boas
ideias – e a música – podem mudar a vida das pessoas. Em Cateura, um bairro
da lata no Paraguai, existe uma orquestra que transforma o lixo do aterro local
em música, reciclando objetos pra criar instrumentos.
Num lugar onde dificilmente as crianças
conseguiriam ter uma vida melhor, surge uma ideia inovadora, corajosa e muito
inspiradora. Favio Chavez é diretor e fundador da orquestra de jovens e lembra:
“um violino [verdadeiro] custa mais que as suas casas”.
“Landfill Harmonic” é o nome do filme que conta
esta história e nos mostra o poder transformador da música, mas também nos
alerta sobre dois temas fundamentais dos nossos dias: a pobreza e a poluição e
desperdício de resíduos.
PROJETO AMELIE
MartimDornelas pretende no futuro ampliar o conceito e ter a colaboração de muitaspessoas, para "através de ações desinteressadas fazer alguém sorrir,sentir-se melhor ou até emocionar-se". (visao.sapo)
Saiba mais sobre este projeto
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IF I COULD
É uma pergunta simples, mas que faz pensar. Muito provavelmente a sua vida seria completamente outra se as suas escolhas tivessem sido diferentes. O que somos é a soma das opções que adotamos ao longo de nossa trajetória. Afinal, não há nada que diz mais sobre nós que nossas próprias decisões. Por isso, uma das grandes angústias da humanidade é a variedade de possibilidades e rumos que o nosso destino pode tomar em busca da tão sonhada felicidade. Essa abundância gera ansiedade, nos faz criar mais expectativas, dá margem a diversas possibilidades. E se você escolhesse outra profissão? E se você morasse em outro bairro? E se resolvesse pedir demissão doseu emprego? Você seria mais feliz se suas escolhas fossem outras? Em meio a
esses devaneios nasceu o projeto If I Could (se eu pudesse) do Filipe,
que estava cansado do seu cotidiano. Veja o
resultado: OBVIOUS



